Conformidade NR-1

NR-1 na Prática: Checklist Completo para Maio de 2026

Atualizado em 4 de agosto de 2026 · CogniDados

A NR-1 exige gestão de riscos psicossociais desde 2024, mas é a partir de maio de 2026 que a fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) passa a ter caráter punitivo. Isso significa autuações reais para empresas que ainda não formalizaram o processo — não só orientações. Este checklist reúne o que precisa estar pronto antes desse prazo.

O que a NR-1 exige desde 2024

A atualização da NR-1 incorporou os riscos psicossociais — como sobrecarga, assédio moral e falta de clareza de papéis — ao Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), no mesmo nível de exigência dos riscos físicos, químicos e ergonômicos já tradicionalmente avaliados. Na prática, isso obriga toda empresa com CIPA ou PGR a mapear, avaliar e agir sobre esses riscos, com evidência documentada.

O que muda com a fiscalização punitiva de maio de 2026

Até aqui, o período foi majoritariamente orientativo. A partir de maio de 2026, auditores fiscais do trabalho passam a autuar empresas que não comprovem a gestão de riscos psicossociais — o que expõe a organização a multas e, em paralelo, aumenta o risco de passivos trabalhistas em ações individuais que usem a ausência de laudo como evidência de negligência.

Checklist prático

Quem fiscaliza e o que está em jogo

A fiscalização é conduzida por auditores fiscais do trabalho vinculados ao MTE. Além da autuação administrativa, a ausência de laudo técnico e de plano de ação documentado fragiliza a defesa da empresa em processos judiciais que envolvam afastamento por transtornos mentais — hoje a segunda maior causa de afastamento no Brasil.

A CogniDados avalia riscos psicossociais continuamente via micro-questionários (metodologia COPSOQ) e gera o laudo técnico em PDF pronto para o MTE, com plano de ação por IA.

Ver como funciona na prática →

Como começar

Se sua empresa ainda não iniciou o processo, o primeiro passo é rodar uma avaliação com metodologia validada para ter uma fotografia real dos riscos psicossociais existentes. A partir daí, o plano de ação e o laudo técnico se tornam consequência natural do diagnóstico — e não um documento genérico preenchido às pressas antes da fiscalização.